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13 junho 2013

Sistema Farsul e BB firmam parceria na área de armazenagem

Sistema Farsul e BB firmam parceria na área de armazenagem
O presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, e o vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas do BB, Osmar Dias, firmaram protocolo nessa quarta-feira, 12/06, na sede da Farsul, visando a difusão do programa de armazenagem do governo federal no RS. O protocolo prevê possibilidade de parceria com os associados dos Sindicatos Rurais para divulgação das linhas de armazenagem anunciadas no Plano Safra 2013-2014 que tem 15 anos de prazo para pagamento com juros anuais de 3,5%. A parceria envolve também linhas de crédito para irrigação. Dentro do Sistema Farsul, a CasaRural-Centro do Agronegócio será responsável pela aproximação dos produtores com as empresas.

O vice-presidente do BB, Osmar Dias, garantiu que a instituição vai financiar projetos de construção de armazéns e licitar reformas e novas instalações para credenciamento na Conab. O limite de crédito para os financiamentos será de acordo com cada projeto e a valorização do produto armazenado será levada em conta na capacidade de pagamento do produtor.

05 outubro 2012

Eleita nova diretoria da Farsul

Carlos Sperotto permanece na presidência da Farsul
Foi realizada nessa quarta-feira, 03/10, a eleição para a diretoria da Farsul no período 2013 a 2015. A chapa única, liderada por Carlos Sperotto, recebeu 121 votos do total de 126. Houve 2 votos brancos e 3 nulos. Cento e 36 sindicatos rurais estavão aptos a votar. 

O presidente reeleito para o sexto mandato destacou a presença maciça dos delegados representantes dos sindicatos rurais na votação. “Com direito de voto livre, a grande presença de eleitores num momento de dificuldades climáticas representa união da categoria e aprovação do trabalho atual”, salientou Sperotto. 

Segundo ele, quando tem chapa única, é um estímulo, mas a responsabilidade aumenta. Sperotto ressaltou que o trabalho está concentrado agora no encaminhamento das necessidades dos atingidos pela intempéries e na solução para as dívidas contraídas pelos produtores.Como desafios da futura diretoria apontou ainda a aplicação das leis trabalhistas que está trazendo perturbação ao campo e as definições do novo Código Florestal Brasileiro.

O presidente reeleito recomendou que os produtores atingidos pelos efeitos do clima procurem o seu Sindicato Rural ou a Farsul para informarem as perdas, porque a partir deste levantamento serão encaminhadas negociações com os governos estadual e federal.

A posse da nova diretoria será no dia 1º de janeiro de 2013.

28 abril 2012

Rural: Farsul analisa novo Código Florestal Brasileiro

Presidente da Farsul analisa o novo
Código Florestal
O presidente do Sistema Farsul e vice-presidente da CNA, Carlos Sperotto, considera que os produtores rurais terão, a partir da sanção do novo Código Florestal Brasileiro, a segurança jurídica para manutenção da atividade uma vez que a situação de indefinição foi vencida. Para Carlos Sperotto, o prejuízo será substancial para os produtores que terão de deixar parte das propriedades reservadas em cumprimento à legislação ambiental. No RS, por exemplo, 20% das áreas devem ser preservadas como Reserva Legal. “É como se 2 andares de um prédio de 10 andares não pudessem ser usados, mas temos que respeitar a legislação. Estamos até nos antecipando aos compromissos internacionais que o Brasil assumiu para preservação ambiental”, explicou Sperotto. Acrescentou que “não há possibilidade de anistia aos desmatadores porque há uma data de corte para aplicação da exigência de Áreas de Preservação Permanente, a partir de 22 julho de 2008. A partir desta data, quem não cumpriu a lei de crime ambiental poderá ser punido”.
Outro ponto destacado por Carlos Sperotto, que representou a CNA no processo de votação do Código em segundo turno no plenário da Câmara dos Deputados, é o comprometimento que os pequenos agricultores terão com a necessidade de recomposição de 15 metros no entorno dos rios com até 10 metros de largura.
Para Sperotto, o Brasil chegará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, em junho, com uma posição robusta a partir da aprovação do novo Código Florestal Brasileiro.
Sperotto informou que a Farsul terá atendimento prioritário para esclarecer dúvidas dos produtores sobre o novo Código Florestal Brasileiro que ainda depende de sanção da presidente da República, Dilma Roussef.
A avaliação do projeto aprovado em segundo turno na Câmara dos Deputados foi feita em entrevista coletiva com a imprensa na tarde dessa quinta-feira pelo presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto; o assessor do Sistema Farsul, Eduardo Condorelli; o assessor jurídico, Nestor Hein; e o assessor ambiental, Ivo Lessa.

03 janeiro 2012

Acordo agiliza aposentadoria do produtor rural

Senadora Kátia Abreu Presidente da CNA
Mais de 200 mil empreendedores familiares rurais no País serão beneficiados com o Termo de Cooperação Técnica assinado entre a Confederação da Agricultura  e  Pe cuária do Brasil (CNA) e o Ministério da Previdência no dia 23 de novembro, em Brasília, durante o seminário “Os Desafios do Brasil como 5ª Potência Mundial e o Papel do Agronegócio”.
O acordo permitirá que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) treine os sindicatos rurais para incluir os segurados especiais da base de dados da CNA no processo de aposentadoria. “São segurados especiais os agricultores familiares rurais que possuem entre dois e quatro módulos fiscais. Eles precisam estar enquadrados na Lei 11.718/2008. Essa é a Lei que criou o Cadastro Nacional de Informações Sociais do meio rural, o CNIS-Rural”, explica Dayana Peixoto, assessora técnica da Comissão de Trabalho e Previdência da CNA.  “É o reconhecimento automático do benefício”, destacou. “Estamos dando um grande passo para facilitar o acesso à previdência social aos produtores rurais”, acrescentou Garibaldi Alves Filho, Ministro da Previdência.
A partir de janeiro de 2012, sindicatos rurais de cinco Estados começam a receber o treinamento do INSS. Serão capacitados, como projeto-piloto, as entidades do Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais. “Esses Estados foram priorizados porque é onde se concentra o maior número de demandas e também o maior número de beneficiários”, destacou Dayana Peixoto, da CNA.
Com a iniciativa, a população do meio rural poderá ser atendida com o projeto Aposentadoria em 30 Minutos, segundo o ministro da Previdência. Atualmente, na área rural, a Previdência paga 8,4 milhões de benefícios, com um custo estimado em cerca de R$ 60 bilhões para este ano, com uma arrecadação que não deve chegar a R$ 6 bilhões. Porém, segundo o ministro “mais importante que a necessidadede financiamento da previdência rural é o seu papel em manter o trabalhador no campo e em movimentar a economia das pequenas cidades do País, gerando alimentos e evitando o inchaço das grandes cidades”.
O secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim, explica que o cadastro vai facilitar a vida do segurado especial que trabalha no campo porque, hoje, quando ele precisa de um benefício, tem de levar toda a documentação. Com o cadastro, ele vai prestar as informações anualmente, pela internet, nas agências do INSS, na CNA ou na Contag, permitindo que quando o segurado precise de um benefício, este seja automaticamente reconhecido.
O presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, explica que a entidade desde 2009 vinha negociando com a Previdência para que os sindicatos rurais pudessem realizar o cadastramento, dando agilidade para o acesso à aposentadoria e outros benefícios do INSS.
Segundo Sperotto, a primeira reunião no Estado, conforme acordado com o presidente do INSS, Mauro Luciano Huschild, vai ocorrer nos dias 19 e 20 de dezembro, na Farsul.
O cadastro CNIS Rural está em fase de elaboração e reunirá informações de órgãos do governo federal e da CNA.

01 junho 2009

Mercosul tem potencial para conquistar novos mercados de lácteos

A pecuária leiteira no MERCOSUL foi discutida nessa sexta-feira, 29/05, em congresso dentro da 24ª etapa do Fórum Permanente do Agronegócio, promovido pelo Sistema Farsul. O evento na casa da Farsul no parque Assis Brasil, em Esteio, reuniu palestrantes da Argentina, Uruguai e Brasil. No painel que discutiu a situação atual e perspectivas para o mercado do leite no MERCOSUL, o secretário da Sociedade Rural Argentina, Daniel Pelegrina, disse que a integração do bloco é muito importante, porque a região tem potencial agroclimático e uma população interna com capacidade para assimilar a produção leiteira do bloco. O diretor do site Milkpoint e da Rede Agripoint, Marcelo Pereira Carvalho, ressaltou o crescimento da produção láctea brasileira, que aumentou o volume equivalente a produção anual argentina nos últimos 10 anos. Para Marcelo Carvalho, o desafio do mercado é a recuperação dos preços num cenário que a demanda interna esta boa e a oferta reduzida, mas os preços externos estão deprimidos. Segundo ele, o potencial de crescimento da produção de lácteos no bloco é grande, tendo em vista que os investidores do exterior estão voltando a sua atenção para o MERCOSUL. O mediador do painel foi o presidente da Emater, Mário Nascimento. 
Ele ressaltou a necessidade que o bloco tenha políticas para a rastreabilidade e sanidade para que possa ter competitividade no mercado globalizado .
O painel sobre técnicas de reprodução e novas tecnologias no controle produtivo, teve como palestrante o uruguaio Daniel Cavestany, do Instituto Nacional de Investigação Agropecuária (INIA). Segundo ele, não há uma norma rígida na reprodução. Ele recomendou uma adequação entre o veterinário e o produtor, levando em conta a realidade de cada propriedade. Cavestany disse que a alimentação é um tema importante para o sucesso reprodutivo, principalmente para o parto. 
O presidente do Sindilat e do Conseleite, Carlos Feijó, falou sobre a capacidade industrial instalada frente ao mercado. Segundo ele, o maior interesse do Sindilat é promover a cadeia láctea como um todo, engajando o produtor, a indústria e o comércio, de maneira clara, principalmente nesse momento de entressafra e após uma estiagem prolongada. “ Nós queremos desfazer essa imagem de que a indústria é a detentora do poder e trabalhar no sentido de cadeia. E o conseleite veio para consolidar esses aspectos”, finalizou Feijó. 
O coordenador da Comissão do Leite da Farsul, Jorge Rodrigues, destacou o nível dos palestrantes e o enfoque de mercado nos países vizinhos e no mundo. “Quem participou do evento levou informações importantes para tomada de decisão”, ressaltou Jorge. Ele acrescentou a apresentação de novas tecnologias reprodutivas. 
No final do encontro, foi acordada a continuidade do debate com as indústrias com organização do Sistema Farsul em parceria com a Fetag, Emater e cooperativas.