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27 novembro 2013

Saiba mais sobre o sistema de irrigação automatizada

O sistema de irrigação automatizado
O sistema de irrigação automatizado surgiu pela necessidade dos produtores, ondes uma irrigação manual tem uma grande demanda de mao de obra onde  o produtor trabalha para a irrigação e em um sistema  automatizado a irrigação trabalha para o produtor, estabilizando a produção, aumentando a eficiência dos agro químicos e aumentando a disponibilidade de oferta de forragem, que hoje é o alimento mais barato numa dieta animal.

O sistema que a empresa apresenta é totalmente automatizado onde o único trabalho do produtor é configurar o painel para irrigar a noite, onde se tem o desconto de 60% na fatura da energia elétrica, permitindo irrigar toda a área, o que representa um aumento significativo na produção, onde em santa cataria atingiu-se uma taxa de lotação de 15 animais por hectare  de tifton irrigada durante a estiagem ocorrida no ano de 2012. Com o sistema automatizado, o produtor poderá fazer o controle da geada, programando o sistema para irrigar uma pequena lâmina de água no horário crítico do início da manhã, garantindo assim que a geada não queime a pastagem.

A empresa trabalha com  grande qualidade nos seus equipamentos a campo, pois tem como um dos parceiros a NaanDaanJain, uma empresa de Israel que é líder mundial em Irrigação.
A empresa se destaca pois está trazendo de primeira mão o que se tem de maior tecnologia no que se diz respeito a irrigação que é um sistema de irrigação automatizado e sem falar na qualidade muito superior dos equipamento instalados, fazendo com que o produtor ganhe cada vez mais com menos mão de obra e garanta a vida útil de um sistema do irrigação.
Faça um projeto inovador
A empresa tem o projeto de maior custo beneficio, pois o projeto é dimensionado especificamente,  de acordo com a necessidade e manejo de cada propriedade, onde há uma preocupação como foco no resultado, sempre respeitando o meio ambiente.

A empresa ainda traz o benefício do Programa de Irrigação Noturna, onde depois de encaminhada a documentação,  o produtor ganha esse desconto irrigando no período noturno onde não se tem perda por evaporação, aumentando a eficiência do sistema.
Os produtores podem entrar em contato com a empresa na matriz que é em são Jose do cedro SC pelo fone (049)36431909,  filial em Selbach RS pelo fone (054)33871245 ou com o representante comercial da região  noroeste missões pelo fone (055)99808060 com Cristiano Braun. Em breve  a empresa terá nova filial em Santa Rosa, pois atualmente a empresa conta  com uma grande parceria com a Coopermil, Cooperativa

23 novembro 2013

Chuva e umidade excessiva do solo prejudicam plantio de grãos no RS

Chuvas retardaram plantio dos grãos de verão, como o
milho (Foto: Pedro Revillion/Palácio Piratini)
O volume de chuva e o excesso de umidade atrapalharam o plantio de grãos de verão no Rio Grande do Sul. De acordo com o informativo conjuntural divulgado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RS), as culturas mais atingidas no estado foram as de milho, soja e arroz.

Mesmo com o atraso registrado no plantio da última semana, a atual safra de milho permanece à frente na comparação com anos anteriores, com 74% das lavouras semeadas. As áreas cultivadas há mais tempo têm sido beneficiadas pelas condições climáticas, principalmente as que começaram a entrar em floração, fase mais suscetível à deficiência hídrica, que totaliza 16% do total plantado no estado, segundo a Emater-RS.

A soja também teve o ritmo de plantio alterado por causa da chuva. A atual safra atinge 48% da área semeada, com 46% tendo germinado em boas condições, como aponta o levantamento. Casos pontuais registraram problemas com o padrão de desenvolvimento.

Os produtores de arroz tiveram prejuízos para finalizar o plantio para a safra do ano que vem, especialmente nas lavouras próximas a Lagoa dos Patos e na região da Depressão Central. A chuva e a excessiva umidade do solo frearam os trabalhos de condução, como aplicação de inseticidas e fertilizantes.

29 outubro 2013

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais pede atenção dos agricultores no transporte da safra

Empresários também se queixam das blitz no local
(Foto: Paulo Marques)
Na tarde desta segunda-feira (28), agricultores foram multados na ERS 342 ao serem abordados por policiais da Polícia Rodoviária Estadual de Santa Rosa, que faziam blitz próximo a entrada para a rua Ivagaci em Três de Maio.

Nesta terça-feira (29), o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Três e Maio e São José do Inhacorá, fez um alerta aos agricultores para que tomem o máximo de cuidado com a utilização dos equipamentos obrigatórios em caminhões e outros veículos utilizados no transporte da safra do trigo, principalmente a noite as atenções devem ser redobrados e os veículos deverão estar bem sinalizados com refletivos.

Pedrinho Signhore, entende que as blitz da Policia Rodoviária no momento seriam inoportunas, e durante o dia buscava contatos com o comando da polícia em Santa Rosa, e mesmo com a Federação dos Agricultores na capital gaúcha.

As blitz na Área Industrial de Três de Maio, tem se tornado rotineiras até mesmo por ser um local onde existe uma bela sombra.

Colheita do trigo em T. de Maio chega a 50% da área destinada ao cereal

No período de germinação o trigo forma belas paisagens
(Foto: Paulo Marques)
Nesta safra foram plantados 10 mil hectares, área 12% maior do que em 2012.

Com preços 45% acima dos do ano passado, a safra de trigo anima os gaúchos que apostaram na ampliação da área cultivada. Se mantidas as estimativas iniciais, a produtividade média deve chegar a 45 casas por hectare, 2.700 Kg.

Conforme o chefe da Emater, Nelci Recalcatti, o trigo colhido até o momento em Três de Maio apresenta boa qualidade. Em Três de Maio, as geadas registradas no inverno provocaram danos em lavouras em áreas limitadas.

Já a produção total no Rio Grande do Sul deve chegar a 2,61 milhões de toneladas em 1,03 milhão de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Confirmado, será o segundo melhor resultado desde 1976, quando começaram os levantamentos. São os estoques mundiais abaixo do habitual que elevaram os preços e estimularam o reforço gaúcho na cultura.

Atualmente, há em torno de 176 milhões de toneladas armazenadas, enquanto o ideal seria ter pelo menos 200 milhões de toneladas.

16 outubro 2013

Indígenas pedem demarcação de terras e bloqueiam rodovia no RS

Máquinas agrícolas fecharam rodovia
na Região Norte do RS
(Foto: Zete Padilha/RBS TV)
Máquinas agrícolas e pedaços de madeira foram usados para impedir a passagem de veículos em um protesto nesta terça-feira (15) na Região Norte do Rio Grande do Sul. A rodovia que liga Sananduva a Cacique Doble foi bloqueada por pelo menos 200 índios. Eles exigem agilidade no processo de demarcação de terras.

Os bloqueios começaram pela manhã, e como o trânsito só era liberado a cada duas horas, longas filas de congestionamento se formaram nos dois sentidos da pista. Para escapar do calor, muitos motoristas abandonaram os carros na fila e foram procurar abrigo na sombra de árvores a beira da estrada.

Os indígenas pertencem a Reserva do Forquilha e pedem mais agilidade no processo de demarcação de terras. No estado, cerca de 100 mil hectares podem ser transformados em áreas indígenas.

07 outubro 2013

Dia de Campo sobre trigo reuniu produtores na SETREM

Dia de Campo sobre trigo reuniu produtores na SETREM
A Sociedade Educacional Três de Maio (SETREM), em parceria com a COTRIMAIO e EMATER, promoveu na tarde de sexta-feira, 4, um Dia de Campo de Culturas de Inverno, enfatizando a cultura do Trigo. O evento reuniu agricultores, profissionais da região e estudantes do Curso Técnico em Agropecuária e Curso Superior em Agronomia da SETREM. Foram apresentadas novas cultivares de trigo, manejo de pragas, integração lavoura pecuária e resposta da cultura à adubação nitrogenada.

Estação: Integração lavoura-pecuária
Segundo Renato Serena Fontaneli, pesquisador da Embrapa Trigo, há três formas de o produtor ganhar dinheiro: trabalhando mais, gastando menos e produzindo com qualidade. No caso da integração lavoura-pecuária, na cultura do trigo, o uso do sistema proporciona a combinação entre produção de leite ou carne, e ainda uma boa produção de grãos, já que o corte nivela a lavoura e reduz o acamamento. “Para essa integração, o produtor deve buscar as cultivares específicas, de duplo propósito, e ter um manejo diferenciado da lavoura. Por exemplo, fazer a semeadura antes do ciclo normal, para ser possível realizar dois pastejos sem comprometer o rebrote e desenvolvimento da cultura”, explica. Na estação foram apresentados alguns resultados, comparando experimentos, com dois, um ou sem cortes.

Estação: Percevejos em trigo: danos e manejos
Antônio Ricardo Panizzi, pesquisador da Embrapa Trigo, falou sobre as pragas na cultura do trigo, principalmente o ataque de percevejos na cultura. Segundo ele, a palhada que fica na lavoura serve como abrigo desses insetos. Ele abordou a hora de entrar na lavoura com inseticidas, prazos de carência após a aplicação e danos nas plantas causados pelo percevejo marrom e barriga verde.

Estação: Trigo BRS Parrudo: respostas à adubação nitrogenada
Eduardo Caierão, pesquisador da Embrapa Trigo, falou sobre a cultivar e a resposta à adubação nitrogenada em diferentes doses. “A cultivar responde muito bem à adubação, pois tem uma arquitetura de planta adequada, alta produção, resistência a doenças e proporciona boa qualidade de grãos. Além disso, as folhas mais eretas proporcionam maior absorção de luz, com menos problemas de doenças na cultura”, relata. Caierão enfatizou ainda que o melhor momento de aplicação de nitrogênio é no estágio de perfilhamento, em que doses muito altas podem ser divididas em duas aplicações.

Estação: Cultivares de trigo
A terceira estação teve como palestrantes Giovane Stefani Faé, da Embrapa Trigo, Cassiano Bruisma, da CCGL TEC, Thomas Scopel, da Coodetec, e Lorenzo Mattioni Viecili, da Biotrigo. Nela foram apresentadas várias cultivares de trigo e as características das mesmas, como resistência a doenças, qualidade de grãos, manejo e número de plantas por hectare. Os produtores puderam conhecer também as novas cultivares, que devem estar no mercado nos próximos anos.

Nova alternativa para as propriedades rurais

Nova alternativa para as propriedades rurais
O Seminário Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) realizado na manhã de sexta-feira, 4, no auditório do campus da Sociedade Educacional Três de Maio (SETREM) demonstrou que esta é uma alternativa viável para aumentar a produtividade, produzir alimentos, gerar empregos, agregar renda na propriedade rural e diminuir impactos ambientais oriundos da atividade agrícola. A iniciativa foi promovida pela Sociedade Educacional Três de Maio (SETREM), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), através da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC).
               
O Diretor Geral da SETREM, Flávio Magedanz, destacou a importância que o evento representa para a Instituição, que há 92 anos tem se dedicado em oferecer cursos técnicos e superiores que atendam à demanda de toda a região. "Desejamos que as sementes lançadas na Instituição neste evento produzam bons frutos, pois a semente lançada é o início de toda e qualquer iniciativa".
               
O prefeito municipal de Três de Maio, Olívio Casali, classificou o evento como um momento inédito e inesquecível. "Abrem-se as portas para um novo tempo, voltado ao desenvolvimento da agricultura e pecuária leiteira. Mas, para que isso aconteça, precisamos que a tecnologia esteja mais próxima", frisou. O deputado federal Elvino Bohn Gass afirmou que a integração de todos os setores da sociedade devem se fazer presentes nesse processo. Segundo ele, é preciso que todos trabalhem em rede, articulados, para o desenvolvimento da região. "Precisamos integrar pesquisa e extensão e, a partir daí, criar possibilidades para atrair os investimentos".
               
Em seu pronunciamento, o deputado federal Osmar Terra destacou a importância que a Instituição tem para o Estado e país, com seus investimentos voltados na oferta de cursos que qualificam pessoas em diversas áreas, dentre elas à do agronegócio. "A SETREM é um exemplo, pois é a instituição de ensino que mais ajuda a desenvolver a região". O parlamentar acrescentou que, embora não tenha sua atuação em Brasília voltada à agricultura e sim à saúde, está à disposição para atender aos anseios dos agricultores.

02 outubro 2013

Prefeitura e Sindicato Rural organizam evento sobre sanidade animal

Evento deverá conter palestras sobre brucelose e
tuberculose (Foto: Eduardo Erthal)
O prefeito municipal, Olívio José Casali, esteve reunido com o presidente do Sindicato Rural de Três de Maio, Antônio Cassol, para tratar da organização de um evento relacionado à sanidade bovina, especificadamente sobre brucelose e tuberculose. O encontro, realizado no gabinete municipal, na segunda-feira, dia 30 de setembro, foi um pedido do secretário executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini.

A organização do evento sobre o determinado tema se faz necessária pelo fato do município de Três de Maio estar diretamente envolvido com a produção leiteira. “A brucelose e a tuberculose são duas enfermidades que acometem o gado leiteiro e provocam muitos prejuízos na atividade, além do descarte, abortos e problemas na qualidade do leite”, explicou Cassol.

Desta forma, o prefeito Casali sugeriu a realização de palestras sobre o assunto. “Há uma necessidade ímpar em melhorar a qualidade da sanidade animal, devido ao grande volume da cadeia produtiva do leite em favor da produção na indústria de laticínios em nosso município”, afirmou Casali.

Agora, Cassol levará as informações tratadas com o prefeito até o secretário do Sindilat. Em seguida, Prefeitura Municipal, Sindicato Rural e Sindilat definirão uma data para a realização do evento sobre a sanidade animal no município de Três de Maio.

01 outubro 2013

Índios ocupam propriedade rural e pedem demarcação de terras no RS

Invasão contou com cerca de 100 índios em Sananduva
(Foto: Tainara Scalco/RBS TV)
Um grupo de cerca de 100 indígenas invadiu na manhã desta segunda-feira (30) uma propriedade rural no município de Sananduva, na Região Norte do Rio Grande do Sul. A alegação deles, segundo a Brigada Militar, é que a área invadida é de território indígena. Eles exigem uma nova demarcação de terras em até 48 horas, conforme a polícia. A discussão entre agricultores e índios na região já ocorre desde julho.

O proprietário do terreno fez ocorrência na delegacia e já entrou com pedido de reintegração de posse na Justiça, segundo a Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul do Brasil (Fetraf-Sul).

"No nosso entendimento, os índios estão tentando criar uma área indígena em cima das terras de agricultores familiares. Os agricultores ocupam há mais de 100 anos aquelas terras e nunca tivemos conhecimento de que os índios ocupavam anteriormente aquele local. Reconhecemos a luta dos indígenas, mas o estado brasileiro precisa olhar o lado dos agricultores", disse ao G1 Rui Valença, coordenador da Fetraf-Sul.

Procurada pelo G1, a Funai ficou de enviar um posicionamento sobre o caso por e-mail.

"A área da fazenda ocupada pelos indígenas está dentro dos 1.916 hectares já declarados pelo ministro da Justiça, pela Portaria nº498 de 25 de abril de 2011, como Terra Indígena Passo Grande do Rio Forquilha, tradicionalmente ocupada pelo povo indígena Kaingang. Em março deste ano, a Funai iniciou o processo de demarcação física da referida terra indígena. Ante aos conflitos na região, o processo foi temporariamente suspenso, mas está no cronograma da instituição para continuidade na execução dos trabalhos", disse a Funai em nota ao G1.

Cerca de 30 mil produtores rurais gaúchos podem perder as terras se os 10 mil hectares mapeados pela Funai forem considerados territórios indígenas. As demarcações atingem quatro áreas na Região Norte do Rio Grande do Sul.

25 setembro 2013

Tecnologias da cultura do trigo foram apresentadas em Dia de Campo da Tarumã

Produtores compareceram em grande número
Na tarde desta quarta-feira (25), a Tarumã Sementes realizou um Dia de Campo especial sobre a Cultura do Trigo.

O evento técnico foi desenvolvido junto ao Campo Experimental da Tarumã, localizado na ERS 342, Km 39, localidade de Esquina Jost-Três de Maio, e contou com a presença de pesquisadores e profissionais da área que deram todas as orientações aos produtores presentes.
Fotos: Paulo Marques

Segundo Marcos Tissot diretor da empresa, este é um momento especial para que os agricultores conheçam as novas tecnologias da cultura do trigo, cultura a qual sempre teve seus altos e baixos, e hoje encontra-se em um bom momento, sendo uma ótima alternativa de cultura para a região.

24 setembro 2013

Seminário ILPF será realizado na SETREM

A programação terá inico às 8h da manhã com inscrições
Tecnologia que será apresentada no dia 04 de outubro permite a produção, na mesma área, de grãos, carne, leite, fibras e madeira

Produzir alimentos e energia renovável de madeira sustentável, diminuir impactos ambientais oriundos da atividade agrícola, preservar reservas florestais e matas ciliares, recuperar áreas degradadas, aumentar a produtividade das culturas e melhorar a eficiência dos insumos utilizados na produção, facilitar certificação e rastreabilidade dos produtos agrícolas e gerar empregos, renda e melhores condições ao produtor rural. Estes são os objetivos da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), que terá um Seminário realizado na Sociedade Educacional Três de Maio (SETREM) no dia 4 de outubro, em parceria com Embrapa e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), através da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo.
               
A tecnologia que será apresentada permite a produção, na mesma área, de grãos, carne, leite, fibras e madeira, necessidade baseada na crescente demanda mundial por alimentos e energia e a necessidade de desenvolvimento sustentável das atividades humanas, por meio da preservação do meio ambiente e da utilização racional dos recursos naturais. As vantagens destes processos já foram comprovadas em âmbito nacional pela viabilidade técnica, econômica, social e ambiental alcançada com a aplicação da ILPF em vários biomas, como Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pampas.

Destaque também para as possibilidades de combinações entre agricultura, pecuária e floresta, sejam elas integrações agropastoris (lavoura e pecuária), silviagrícolas (floresta e lavoura), silvipastoris (pecuária e floresta) ou agrossilvopastoris (lavoura, pecuária e floresta). Isso confere grande versatilidade ao sistema e possibilita que componentes culturais, econômicos e ambientais sejam considerados para a sua perfeita adequação à realidade da região. O encontro tem como público-alvo agricultores, estudantes e profissionais de ciências agrárias, secretários municipais de agricultura e meio ambiente, prefeitos, vereadores, sindicatos de trabalhadores rurais, cooperativas e pesquisadores.

22 setembro 2013

Incubadora agrícola tenta atrair jovens do RS para o meio rural

Imagem: Reprodução TBS TV
O município de Porto Vera Cruz, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul, conta agora com uma incubadora agrícola. Trata-se de um espaço para a especialização no meio rural que pode atrair a atenção dos jovens, como mostra reportagem do Campo e Lavoura, da RBS TV.

Para participar é necessário ter mais de 16 anos. Os jovens se reúnem duas tardes por semana para planejar e trabalhar. Em três hectares, eles cultivam diversos produtos, como mandioca, pepino e melancia, tudo sem agrotóxico. Todo o dinheiro arrecadado com a venda será dividido entre os participantes.

O projeto foi criado pelo empresário Noli Claudemir Backes em homenagem ao filho que morreu em um assalto há 7 anos em São Leopoldo, onde o Instituto Lenon, que leva o nome do jovem, começou. Natural de Porto Vera Cruz, ele resolveu começar a vida novamente após a perda, mas com outro objetivo.

"Com a morte do Lenon, decidimos voltar a Porto Vera Cruz. Chegando aqui, trouxemos o núcleo do Instituto Lenon junto. Em um 1º momento, eram apenas oficinas, e agora temos a incubadora", explica Backes.

A ideia é ampliar as ações para geração de renda na propriedade com um viveiro de mudas e a fruticultura. Além da incubadora agrícola, foi montado também um laboratório de informática, onde faltam alguns ajustes para começar a funcionar.  Há ainda a escolinha de futebol, que tem 40 crianças inscritas.

16 setembro 2013

SETREM participa de Dia de Campo sobre cultivo da canola

Dividido em várias estações, evento esclareceu diversas
questões referentes ao manejo da cultivar
Estudantes do Curso Técnico em Agropecuária (CTA) e do bacharelado em Agronomia da Sociedade Educacional Três de Maio (SETREM) participaram, na terça-feira, 10, do Dia de Campo sobre a cultura da canola, realizado em Giruá. Acompanhados pelos professores Nelson Smola, Cinei Riffel, Marcos Garrafa e Claudinei Schmidt, os alunos passaram por várias estações em que foram esclarecidas questões referentes ao manejo da cultivar. Os conhecimentos englobaram densidade, espaçamento e profundidade de plantio, a adubação de base e cobertura, o controle de ervas daninhas, pragas e doenças, além do momento e forma de colheita.

Segundo o professor Smola, em 2013 foram cultivados no Brasil aproximadamente 40 mil hectares de canola, diante de um cenário em que a demanda pelo produto pode facilmente exigir uma área de 100 mil hectares. “Com a introdução de novas cultivares e tecnologias, a aposta é que haverá um aumento de área para os próximos anos, pois no inverno, no Rio Grande do Sul, existem muitos espaços que não são cultivadas com trigo”, explica.

O cultivo da canola é uma excelente alternativa de rotação de culturas para o inverno e a introdução de uma nova espécie quebra o ciclo de doenças e pragas. Há, também, a possibilidade de se aplicar herbicidas para o controle de ervas daninhas de difícil controle na cultura do trigo. “Devido a grande extração de nutrientes pela cultura da canola, ela deve ser plantada em áreas de alta fertilidade. Com o lançamento de novas cultivares, que apresentam rendimentos em torno de 2,4 mil kg/ha e com preços superiores ao preço da saca de soja, certamente é uma cultura rentável”, conclui o professor.

14 setembro 2013

Leitoa da à luz 30 filhotes em um único parto no Norte do RS

Leitoa deu à luz para 30 filhotes no Norte do Rio Grande do
Sul (Foto: ACSURS / Divulgação)
Uma leitoa pariu 30 filhotes em uma única ninhada em uma granja na localidade de Linha Gramado, no município de Rondinha, na Região Norte do Rio Grande do Sul. O nascimento dos porquinhos ocorreu na quarta-feira (11) e foi fruto de uma inseminação artificial, explica o criador de suínos Mauro Gobbi, proprietário da granja.

Dos 30 animais, 28 estão vivos e dois morreram. Cada leitão nascido vivo pesou, em média, 1,214 quilo. Os leitões, juntos, pesaram 34 quilos. “Eu nunca vi e não tenho notícias de nada igual. Geralmente nascem no máximo 15”, disse Gobbi ao G1.

Segundo o proprietário, o grande número de filhotes é resultado de um trabalho de genética de ponta. O sêmen é proveniente da Central de Produção de Sêmen (CPS) da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), com sede em Estrela, na Região dos Vales. A fêmea tem a genética proveniente do Canadá, garante ele.

09 setembro 2013

SETREM: Novidades apresentadas no Dia de Pecuária empolgam produtores rurais

Atividade foi dividida em três estações e reuniu cerca de
180 pessoas no campus da Instituição
A Sociedade Educacional Três de Maio (SETREM) realizou, na sexta-feira, 6, o Dia de Pecuária, atividade que reuniu cerca de 180 produtores rurais e empresários ligados à agricultura de várias cidades da região Noroeste do Estado. As novidades foram apresentadas em três estações, com o engenheiro agrônomo da EMATER, Luiz Roque Barcellos, apresentando o manejo de dejetos animais, com o médico veterinário da Agroceres, Arli Heimerdinger, falando sobre a qualidade das forrageiras e com o técnico em agropecuária da Emacol, Arlei Welter, explicando o funcionamento da enfardadora e do empacotador de fardos redondos.
               
Segundo Marcelo Rigo, coordenador da área de pecuária da SETREM, as três estações apresentaram áreas importantes para o agricultor que trabalha com a produção leiteira, em busca do aumento da produtividade e da lucratividade no negócio. “Os profissionais abordaram a qualidade da forragem a ser ensilada com o uso das máquinas, observando a forma e o momento em que se faz o corte e o que essa forragem armazenada vai significar quanto a resultados na alimentação do animal. Além disso, foi feito um detalhamento do uso das máquinas que coletam e envolvem estas forrageiras, com os processos que devem ser observados para que o alimento não estrague e seja de excelente qualidade”, explica. Os equipamentos são oferecidos por várias empresas da região. “Ainda é um procedimento de custo mais elevado, mas esta nova forma de se armazenar é excelente, principalmente para dispor de alimento em períodos em que ele não é tão farto”, complementa.

A estação do manejo dos dejetos animais trouxe total atenção à questão ambiental. “Uma vaca produz de 50 kg a 60 kg de esterco por dia, além da urina. Apresentamos o que se pode fazer para que esse material seja utilizado corretamente na propriedade, como pode ser utilizado na lavoura ou como fazer um biodigestor. São poucas as propriedades que têm um controle de dejetos, então, estamos trazendo essa ideia. Existe toda uma preocupação ambiental por trás desses procedimentos. Não se pode simplesmente jogar o dejeto na lavoura. Então, mostramos uma forma de decomposição, com os prazos específicos, para que ocorra a fermentação e esse material possa ser utilizado na lavoura com o máximo de diminuição do impacto ambiental”, conclui Rigo.

05 setembro 2013

Apreensão de soja ilegal aumenta 83% no RS em relação a 2012

Imagem: Reprodução RBS TV/Farni Centenaro
Aumentou em 83% o volume de soja contrabandeada apreendida na Região Noroeste do Rio Grande do Sul em relação ao mesmo período do ano passado. A desvalorização do peso, moeda Argentina, frente ao real, estimula a entrada ilegal do produto que vem do país vizinho, conforme mostra a reportagem do RBS Notícias.

Atualmente, a saca de soja é vendida no Brasil por um valor quase três vezes maior. De janeiro deste ano até setembro, já foram apreendidas 139 toneladas da mercadoria argentina, 63 toneladas a mais do que em todo o ano de 2012. Para a Brigada Militar, a diferença de preço explica o aumento significativo das apreensões.

“Esta diferença faz com que as pessoas busquem ter este lucro. E nós vamos cada vez atuar mais forte para fins de tirar estas pessoas de circulação, para que todos tenham uma concorrência leal, dentro do que prevê a lei”, afirma o capitão Paulo Kunkel.

Em uma das apreensões mais recentes, policiais militar recolheram quase seis toneladas em um porto clandestino, no município de Doutor Maurício Cardoso. Parte da carga foi encontrada em um caminhão e o restante estava em sacas, com identificação da Argentina. De acordo com a Brigada Militar, a soja entra ilegalmente no país em barcos que cruzam o Rio Uruguai.

A Região Noroeste também registra apreensões frequentes de trigo, milho, chia e girassol. A entrada desses produtos no Brasil não é proibida desde que as mercadorias passem por portos autorizados e estejam com as taxas de importação pagas, conforme explica a Receita Federal.

“No caso esta introdução irregular de mercadorias sem o despacho normal de importação caracteriza crime de descaminho, inclusive as pessoas incorrendo em crime penal, com representação penal”, alerta o delegado da Receita Federal, Lauri Wilchen.

29 agosto 2013

Prejuízos com geada preocupam produtores de trigo do RS

Até 20% das lavouras do cereal podem ser afetadas
com frio intenso
A geada registrada nesta quarta-feira (28) em algumas partes do estado preocupa dos produtores de trigo do Rio Grande do Sul. Cerca de 20% das lavouras podem ser afetadas pelo frio intenso, estima a Emater-RS.

Em Cruz Alta, na Região Noroeste, o produtor rural Olvidio Filippin já faz as contas. Depois de perder toda a plantação de aveia – cerca de 150 hectares –, ele agora corre o risco de ter a lavoura de trigo prejudicada.

A área de 170 hectares recebeu um investimento de mais de R$ 200 mil, que pode não ser recuperado. “Por baixo, acho que acima de 50% ficou afetado”, diz o produtor, que esperava colher entre 55 a 60 sacas por hectare, mas agora prevê apenas 30.

Na região de Santa Rosa, as espigas da planta também amanheceram cobertas de gelo nesta quarta (28).  O agricultor Egon Kelm, de Tuparendi, também prevê perdas nos 50 hectares que plantou com a cultura. "É uma preocupação. Esse é um frio que não poderia ter vindo", lamenta ele.

Em todo o Rio Grande do Sul, foram plantados mais de 1 milhão de hectares de trigo, que devem produzir cerca de 2,4 milhões de toneladas do cereal, conforme previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De acordo com a Emater, 84% das lavouras de trigo do estado estão em fase vegetativa. O que mais preocupa, no entanto, são os 14% em fase de floração, que é a etapa mais prejudicada pela geada. Só dentro de uma semana, no entanto, será possível avaliar eventuais prejuízos nas plantações.

26 agosto 2013

Unidade da Embrapa deve ser instalada em Três de Maio

Unidade da Embrapa deve ser instalada em Três de Maio
A informação é do assessor parlamentar Jorge Lemainski, em entrevista a Rádio Colonial.

O anúncio oficial deve ser feito dia quatro de outubro durante o Seminário de Integração Lavoura-Floresta que vai ser realizado em Três de Maio pelo secretário de Desenvolvimento Agropecuário do Ministério da Agricultura, Caio Rocha.

A unidade local da Embrapa terá o status de demonstrativa e vai desenvolver pesquisas sobre o sistema de integração lavoura-pecduária-floresta nas propriedades da região deve ser instalada na Setrem em uma área de 5 ha.

Ainda não está definida a área em que a unidade vai realizar suas pesquias. Embrapa tem unidades em Passo Fundo (Trigo), Pelotas (Clima Temperado) e Bagé (Pampa).

20 agosto 2013

Fruticultura é alternativa para diversificação de renda

Curso Técnico em Agropecuária da SETREM prepara
profissionais para a atuação nesta atividade
Oferecendo uma formação baseada no conhecimento técnico que vai além da matriz produtiva tradicional da região, o Curso Técnico em Agropecuária (CTA) da Sociedade Educacional Três de Maio prepara profissionais capacitados para a atuação nas mais diversas áreas ligadas ao setor. Uma delas é a fruticultura, alternativa para a diversificação de renda na propriedade rural que tem proporcionado bons resultados a quem a desenvolve com planejamento e apoio técnico.

Segundo Claudinei Schmidt, coordenador do CTA, esta alternativa de produção nem sempre é vista como uma boa opção por muitos, devido a algumas tentativas mal sucedidas de projetos de desenvolvimento da fruticultura na região. “Para que a produção de qualquer espécie vegetal seja bem sucedida, é necessária uma interação da genética (espécies e cultivares) juntamente com o ambiente (clima e solo) e o manejo realizado (tratos culturais)”, explica.

As espécies frutíferas, no entanto, são muito mais suscetíveis a estes fatores. Para que o cultivo tenha sucesso, segundo Schmidt, é necessário seguir alguns princípios básicos. “A escolha adequada da espécie e da cultivar, a adubação conforme análise química do solo, a realização da poda de formação, a frutificação e raleio de frutos e a adoção do manejo integrado de pragas e doenças”, indica, ressaltando ainda a necessidade de disponibilidade de mão de obra qualificada para a realização de todos os tratos culturais pertinentes a cada espécie frutífera.

18 agosto 2013

Identificação eletrônica de bovinos deve ser obrigatória no RS em 2014

Imagem: Reprodução RBS TV
O governo do Rio Grande do Sul planeja começar a fazer a identificação eletrônica de rebanhos bovinos e bubalinos em 2014. O projeto, baseado no sistema utilizado no Uruguai há seis anos, está em análise na Assembléia Legislativa e prevê a obrigatoriedade de seu uso para todo o estado, onde em muitas propriedades a rastreabilidade ainda é feita através de identificação visual.

Uruguai e Santa Catarina se tornaram referências em valorização e qualidade de carne para importação e exportação graças ao sistema de identificação eletrônica dos bovinos. Pequenos chips são colocados na orelha do animal recém-nascido e a partir daí é feito um acompanhamento detalhado de todo o histórico do bovino, como as movimentações, por exemplo.

Na Região da Campanha, um seminário entre especialistas do programa uruguaio e catarinense explicou sobre a funcionalidade deste novo sistema. Técnicos do Departamento de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul também estão debatendo o assunto com os pecuaristas.

Como funciona o sistema de rastreamento bovino uruguaio
No Uruguai, todo serviço é custeado pelo governo. Desde os aparelhos eletrônicos até o transporte para o produtor. O sistema, que é obrigatório, entrou em vigor em 2006 e já possui 12 milhões de animais identificados. As informações são armazenadas em um banco de dados para que a vigilância sanitária e a polícia possam obter informações em tempo real sobre os animais que possuem o chip. Em alguns casos, o consumidor pode saber a procedência da carne uruguaia na hora de apreciar o churrasco. Outro benefício é a diminuição em 41% dos crimes de abigeato no país.

No Rio Grande do Sul, o monitoramento de rebanhos é feito através de um brinco que contém um número e é colocado nos terneiros que foram recém desmamados. Todas as informações são repassadas aos órgãos estaduais ligados à área sanitária. Com um tempo de permanência de 90 dias da identificação visual, a rastreabilidade se torna completa. O sistema ainda não é digital, mas já garante a certificação de qualidade  e a valorização da carne para importação e exportação.